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Vanessa Vasconcelos - ou só Vani ou só Van ou só Nessa - tem 16 anos, mora em São Paulo e cursa o Ensino Médio. É uma garota reservada e antipática quando fora de sua zona de conforto. Perto de amigos, se torna extremamente sorridente e brincalhona, porém ainda muito crítica. Geminiana, amante de todas as cores existentes, adora McFly e Gossip Girl, não vive sem seus livros e IPod & se alguém descobrir um modo para fazê-la parar de ler Twilight, esse é bem vindo.

Say hello, Barbie. :)

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sábado, 11 de julho de 2009

[sem título]

A pequena sentia seu coração mais apertado a cada segundo, como se esse lutasse para sair por sua boca. Era sempre assim. Quando algo bom – ou certo – acontecia em sua vida, cedo ou tarde seria estragado. O que destruiria sua tão desejada proximidade com Matt? Ele lhe diria adeus? Teria que se mudar para o outro lado do mundo? Diria que aquilo nada significara? Um raio cairia sobre suas cabeças? Como era possível alguém se sentir tão bem e tão mau ao mesmo tempo? Como era possível alguém sentir tanto medo e tanta proteção ao mesmo tempo? Como era possível alguém desejar jamais perdê-lo e a cada gesto, tornar isso um passo ainda mais próximo? Nunca sentira um frio na barriga tão grande quanto sentia ali, envolta pelos braços do amigo. Amigo? Ele deixara de ser apenas um amigo há meia hora atrás. Tudo mudara meia hora atrás. Sentia que tudo que dera sentido a sua vida estava ainda mais próximo de se tornar uma felicidade absoluta, mas por que também sentia um inexplicável pressentimento de que seu coração seria destroçado da maneira mais dolorosa possível, quando menos esperasse? Ali, com as lágrimas caindo pesadamente sobre o peito de Matt, sentiu que quando aquele momento se findasse, nada seria o mesmo. Tinha certeza disso. Mas ela conseguiria se acostumar à sua nova vida, muito provavelmente sem seu melhor amigo? É, parece que seu capetinha pessoal ganhara a batalha. Ela sentia os braços do garoto envolvê-la e protegê-la, e também sentia como se nada no mundo pudesse magoá-la. Exceto o próprio Matthew. A mão quente do garoto tentava cessar as frias e salgadas lágrimas de Soph, mas parecia impossível não desidratar e desmoronar ali mesmo. Ele levantou a face da garota e encarou-a ternamente, como se acalmá-la fosse sua única preocupação. Será que aquela realmente era sua momentânea necessidade ou apenas mais um teatro, que ela não queria que terminasse nunca? Ele então disse que não iria se despedir. Disse que não iria lhe deixar. Sorriu. O sorriso mais lindo da face da Terra. Mas por que ela não conseguia parar de chorar? Por que não conseguia abandonar o medo daquele sentimento? Aliás, o que a pequena realmente sentia? Um misto de vontade de nunca sair dos braços do garoto, uma inquebrável proteção e a ilusão de que havia algum bichinho brincando em seu estômago toda vez que escutava sua voz, sentia seu toque ou simplesmente pensava nele. Impossível. Soph já se apaixonara várias vezes, o sentimento não era tão intenso. Ou será que era? É, talvez estivesse realmente apaixonada por Matt. Completamente apaixonada. Aquele insight a fez sorrir por entre a cortina de lágrimas. E ele sorriu também, colando sua face à dela. Toneladas de sentimentos ruins estavam evaporando de seu peito, pouco a pouco. Ele pousou ambas as mãos no rosto da menina e colou seus lábios nos dela. O momento que seguiu foi um misto dos sentimentos que mantinham refém a felicidade de Soph: o medo, a tristeza e o amor, que sempre permanecera ali, quietinho, sem nunca ter se deixado revelar. Eles finalmente estavam juntos, sem precisarem esconder ou economizar emoções. O crepúsculo trouxe ao lugar mais bonito do mundo – o lugar deles – mais água. Água que caía delicadamente sobre os dois, tornando aquele momento ainda mais perfeito. Ela não imaginara que isso fosse possível. Eles se olharam e sorriram. O primeiro sorriso de felicidade plena de ambos, com os sentimentos em ordem e o coração leve. Sophia sentiu os braços do garoto voltarem a envolver seu pequeno e frágil corpo, na primeira proximidade sem medo que eles tiveram. Ouviu-o prometendo que a única que a única coisa que queria era a ela. E era a única coisa que precisava ouvir. A pequena Soph fechou os olhos na mais clara e pura alegria, ainda desejando que tudo aquilo durasse para sempre. E ela daria seu mundo para fazer durar.

[ Trecho de uma fic e talvez de um futuro livro. Obrigada por escrever pelo Matt, Mari Mascotinha! O link para ler será postado aqui, assim que pelo menos um capítulo inteiro estiver pronto. ]