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AVISOS



PERFIL

Vanessa Vasconcelos - ou só Vani ou só Van ou só Nessa - tem 16 anos, mora em São Paulo e cursa o Ensino Médio. É uma garota reservada e antipática quando fora de sua zona de conforto. Perto de amigos, se torna extremamente sorridente e brincalhona, porém ainda muito crítica. Geminiana, amante de todas as cores existentes, adora McFly e Gossip Girl, não vive sem seus livros e IPod & se alguém descobrir um modo para fazê-la parar de ler Twilight, esse é bem vindo.

Say hello, Barbie. :)

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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Sou apenas uma garota feita de excessos. Excesso de personalidade, excesso de atitude. Excesso de descuido, excesso de crítica. Excesso de criatividade, excesso de respeito. Excesso de realidade, excesso de sentimentos. Excesso de capricho, excesso de mimo. Excesso de leitura e excesso de certeza. Excesso absurdo de certeza sobre quem sou e o que penso.
Sou também uma garota feita de sonhos. Sonhos de ser muita coisa, mas nada que eu tenha certeza de que nunca vou ser. Tenho o pé no chão e a cabeça no céu. Ou seja, isso me faz uma garota de opostos. Sou feita de sonhos e realidade, frieza e sentimentos, maldade e pureza. Gosto de chocolate e frutas, do preto e do rosa. Sou com certeza uma das pessoas mais imprevisíveis que você vai conhecer. Sou cética, não acredito que o ser humano vá mudar e quero ser veterinária. Ou seja, não gosto de gente. Sei quem sou e não tenho medo de admitir, nem vou tentar te agradar. Sabe aquela pessoa que você nunca vai entender? Sabe aquela pessoa que nunca vai pensar igual a você? Sabe aquela pessoa que nunca está dentro dos padrões? Prazer, essa sou eu.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

I guess it's time to say... We thank you all.

        Você vai me achar bem idiota, mas não importa. Isso vai ficar marcado para sempre. Faz parte de quem eu sou. Podem se passar meses ou até anos sem que eu sequer escute falar deles, mas isso nunca vai mudar. Sempre estará guardado num cantinho do meu coração.
    Todas as vezes que eu estava na pior e escutei I'll Be Ok;
    Todas as vezes que chorei escutando The Heart Never Lies;
    Todas as vezes que chorei escutando Sorry's Not Good Enough;
    Todas as vezes que me arrepiei escutando Lies;
    Todas as vezes que me senti mal escutando She Left Me;
    Todas as vezes que me perdi em pensamentos escutando No Worries;
    Todas as vezes que ri escutando Lola;
    Todas as vezes que ri assistindo os vídeos;
    Todas as vezes que chorei assistindo os vídeos;
    Todas as vezes que sorri feito idiota com fotos;
    Todas as vezes que pulei feito uma idiota ao saber de uma notícia nova;
    Todas as vezes que vibrei com um novo tweet.
    Todas as vezes que acordei rindo por sonhar com eles.
    E todas as vezes que acordei chorando por sonhar com eles e saber que aquilo não era e nunca seria verdade.
        Pode ser uma comparação ridícula, mas sinto como se eles fossem da minha família. Todas as lembranças e aprendizados que eles deixaram vão permanecer para sempre, mesmo sabendo que um dia eles vão se separar e cair no anonimato. Mesmo sabendo que um dia eles vão morrer. É como saber que um dia meus pais irão partir (sim, taquem tijolos, é um sentimento similar) e eu não sei se poderei suportar isso.
        Eu só queria poder abraçá-los e agradecer por tudo que eles já fizeram por mim, sem sequer saber disso. E eu acho que isso nunca vai acontecer. Eu só queria poder te abraçar e pedir desculpas, Tom, pelo tweet que te mandei quando o MJ morreu. Provavelmente você sequer leu-o, mas eu fui fria e daria o mundo para poder te pedir desculpas. Eu só queria ter uma chance para dizer o quanto vocês são importantes para mim, o quanto cada mínima participação de vocês na minha vida foi importante. Se não fosse por vocês, eu jamais teria tido a conversa inspiradora para esse texto. Se não fosse por vocês, eu jamais estaria escrevendo esse texto com um violão no colo. Se não fosse por vocês, eu jamais estaria escrevendo esse texto com lágrimas aos olhos. E se não fosse por vocês, eu jamais seria quem sou hoje. E agradeço-lhes eternamente por isso, McFly, mesmo que vocês possam nunca vir a escutar esses agradecimentos.

      ( Texto por Vanessa Vasconcelos, a cópia total ou parcial sem a devida autorização é expressamente proibida. Respeite. ;)

segunda-feira, 27 de julho de 2009

ClubeDoSlugue.com


RPG “Escola de Magia e Bruxaria de Hienart”
FICHA DE INSCRIÇÃO

I) Nome do jogador (nick no fórum): Sophie L. LoveLace

II) Idade do jogador: 16 anos.

III) Nome do personagem: Sophie Louize LoveLace

IV) Idade do personagem: 16 anos.

V) Série do personagem em Hienart: 6º ano (?)

O seu personagem tem origem:
[X] Bruxa
[ ] Mestiça
[ ] Trouxa

Marque abaixo a classe de seu personagem:
[X] Aluno
[ ] Professor
[ ] Outro

VI) Características físicas do personagem: 1,72m, magra, cabelos longos, loiros e naturalmente cacheados, formando uma perfeita pintura com sua pele muito clara e seus olhos muito verdes. Sem marcas de nascença ou cicatrizes, aquela seria uma garota perfeita senão por sua pequena insanidade. É esquizofrênica e apenas suspeita disso. Será por isso que uma importante família bruxa a adotou? E a abandonou numa escola no "fim do mundo"? É, essa é uma excelente pergunta.

VII) Personalidade do personagem: Má ao extremo, porém acredita estar agindo em prol de uma boa causa. Abomina o ser humano e só se aproxima desse se houver uma excelente razão. Não se importa com os sentimentos dos outros nem com os próprios. Aliás, ela não parece ter sentimentos. Talvez tenha, porque a única coisa a qual ela realmente dá valor são aos animais. Sim, ela tem seu jeito próprio de ver a vida. Será resultado da doença ou ela é apenas "especial"?

VIII) Uma breve história sobre o personagem: Sophie Louize LoveLace morava numa pequena cidade do interior de Ile de France, França, até seus seis anos de idade. Dessa foi tirada bruscamente, assim como de sua família. Seus pais -Brigitte e Louis-, seu irmão Gerard e seu cachorro Pound foram mortos por misteriosos raios verdes, numa costumeira e calma noite de verão. A menina foi levada, sem nunca um porque lhe ser dado. Passou a viver em São José dos Pinhais, uma cidade no sul do Brasil, com pessoas entituladas "Don" e "Donna". Foi nesse ponto de sua vida que passou a abominar o ser humanos, julgando-os criaturas nojentas e desmerecedoras da vida.
Aos onze anos, foi enfiada num trem para ela-não-sabia-onde. Na verdade, não sabia nada de sua "nova vida". Nunca dirigira uma palavra à seus sequestradores, nunca reclamara e nunca fizera nada contra esses. Vozes e figuras invadiam sua mente toda vez que planejava algo, e algumas vezes parecia que Don e Donna podiam ler seus pensamentos!
Desde que mandada para Hienart, o quebra-cabeça sobre a morte de seus pais começou a se encaixar, e ela ainda mantinha uma antiga promessa: entender quem eram aqueles que mataram seus pais e porquê. E vingar-se deles, claro.

IX) Itens e equipamentos: Nada, exceto pelo pequeno medalhão dourado preso a seu pescoço, com a foto de seus pais e irmão e a mala com que Don e Donna lhe jogaram ao trem.

X) Animal de estimação do seu personagem (gatos, ratos, corujas, morcegos e, para nossos excêntricos de plantão, aranhas): Nunca mais teve um animal de estimação, exceto um cachorrinho imaginário. Pound sempre continuara com ela, pequeno, de pelagem dourada e nunca crescendo. Um típico filhote de Golden Retriever, exceto por um detalhe: ninguém podia vê-lo ou sabia de sua existência.

XI) Responda ao seguinte questionário:
1) Qual a cor preferida do seu personagem?
A- Azul
B- Amarelo
C- Verde
D- Vermelho

2) Em qual das áreas mágicas abaixo seu personagem possui mais habilidade?
A- Herbologia
B- Poções
C- Feitiços
D- Transfiguração

3) Se você precisasse escolher uma palavra que melhor representa a personalidade do seu personagem, qual seria?
A- Coração
B- Mente
C- Perfeição
D- Cautela

4) Diante de uma mesa com quatro poções, qual delas você escolheria?
A- A que fortalecesse suas habilidades para a magia.
B- A que tivesse poderes curativos antidepressivos.
C- A que seria útil em uma batalha por ter o poder de fechar ferimentos físicos.
D- A que te desse o poder de ser outra pessoa.

Sei que viajei um pouquinho, mas gosto de ter personagens únicos. ^_^
Atenciosamente, Vani.



[ Isso é uma MP num fórum de RPG de Harry Potter, e a Soph é uma personagem que criei. Como gostei muito dela, resolvi postar aqui. ^_^ As imagens também foram feitas por mim, por favor, não use nada sem a minha permissão. ]


sábado, 11 de julho de 2009

[sem título]

A pequena sentia seu coração mais apertado a cada segundo, como se esse lutasse para sair por sua boca. Era sempre assim. Quando algo bom – ou certo – acontecia em sua vida, cedo ou tarde seria estragado. O que destruiria sua tão desejada proximidade com Matt? Ele lhe diria adeus? Teria que se mudar para o outro lado do mundo? Diria que aquilo nada significara? Um raio cairia sobre suas cabeças? Como era possível alguém se sentir tão bem e tão mau ao mesmo tempo? Como era possível alguém sentir tanto medo e tanta proteção ao mesmo tempo? Como era possível alguém desejar jamais perdê-lo e a cada gesto, tornar isso um passo ainda mais próximo? Nunca sentira um frio na barriga tão grande quanto sentia ali, envolta pelos braços do amigo. Amigo? Ele deixara de ser apenas um amigo há meia hora atrás. Tudo mudara meia hora atrás. Sentia que tudo que dera sentido a sua vida estava ainda mais próximo de se tornar uma felicidade absoluta, mas por que também sentia um inexplicável pressentimento de que seu coração seria destroçado da maneira mais dolorosa possível, quando menos esperasse? Ali, com as lágrimas caindo pesadamente sobre o peito de Matt, sentiu que quando aquele momento se findasse, nada seria o mesmo. Tinha certeza disso. Mas ela conseguiria se acostumar à sua nova vida, muito provavelmente sem seu melhor amigo? É, parece que seu capetinha pessoal ganhara a batalha. Ela sentia os braços do garoto envolvê-la e protegê-la, e também sentia como se nada no mundo pudesse magoá-la. Exceto o próprio Matthew. A mão quente do garoto tentava cessar as frias e salgadas lágrimas de Soph, mas parecia impossível não desidratar e desmoronar ali mesmo. Ele levantou a face da garota e encarou-a ternamente, como se acalmá-la fosse sua única preocupação. Será que aquela realmente era sua momentânea necessidade ou apenas mais um teatro, que ela não queria que terminasse nunca? Ele então disse que não iria se despedir. Disse que não iria lhe deixar. Sorriu. O sorriso mais lindo da face da Terra. Mas por que ela não conseguia parar de chorar? Por que não conseguia abandonar o medo daquele sentimento? Aliás, o que a pequena realmente sentia? Um misto de vontade de nunca sair dos braços do garoto, uma inquebrável proteção e a ilusão de que havia algum bichinho brincando em seu estômago toda vez que escutava sua voz, sentia seu toque ou simplesmente pensava nele. Impossível. Soph já se apaixonara várias vezes, o sentimento não era tão intenso. Ou será que era? É, talvez estivesse realmente apaixonada por Matt. Completamente apaixonada. Aquele insight a fez sorrir por entre a cortina de lágrimas. E ele sorriu também, colando sua face à dela. Toneladas de sentimentos ruins estavam evaporando de seu peito, pouco a pouco. Ele pousou ambas as mãos no rosto da menina e colou seus lábios nos dela. O momento que seguiu foi um misto dos sentimentos que mantinham refém a felicidade de Soph: o medo, a tristeza e o amor, que sempre permanecera ali, quietinho, sem nunca ter se deixado revelar. Eles finalmente estavam juntos, sem precisarem esconder ou economizar emoções. O crepúsculo trouxe ao lugar mais bonito do mundo – o lugar deles – mais água. Água que caía delicadamente sobre os dois, tornando aquele momento ainda mais perfeito. Ela não imaginara que isso fosse possível. Eles se olharam e sorriram. O primeiro sorriso de felicidade plena de ambos, com os sentimentos em ordem e o coração leve. Sophia sentiu os braços do garoto voltarem a envolver seu pequeno e frágil corpo, na primeira proximidade sem medo que eles tiveram. Ouviu-o prometendo que a única que a única coisa que queria era a ela. E era a única coisa que precisava ouvir. A pequena Soph fechou os olhos na mais clara e pura alegria, ainda desejando que tudo aquilo durasse para sempre. E ela daria seu mundo para fazer durar.

[ Trecho de uma fic e talvez de um futuro livro. Obrigada por escrever pelo Matt, Mari Mascotinha! O link para ler será postado aqui, assim que pelo menos um capítulo inteiro estiver pronto. ]

sexta-feira, 5 de junho de 2009


Apenas mais uma de conscientização

_Mamãe, eu estou vendo certo? - Perguntou um garoto loirinho, à sua bela, quase escultural mãe.
_Como assim, querido? - Retrucou a mulher sem entender.
_Eu vejo direito, mamãe? Quer dizer, não preciso de óculos?
_Claro que não, meu amor! Por que, você está vendo algo errado?
_Claro que estou, mamãe! Estou vendo tudo errado! - E a pequena criança desatou a chorar, escondendo seus olhos claros nas caras roupas da senhora. Por um longo minuto a mãe permaneceu em silêncio, nem uma palavra conseguindo ser proferida. Teria seu filho sérios problemas de vista e ela nunca teria notado? Que tipo de mãe ela era? Quando finalmente reaprendeu a fala, disse baixinho, com os olhos ternos marejados e uma falsa tranqüilidade nos sinos angelicais que eram o som de sua voz: _O que você vê, meu amor?
_Vejo morte, mamãe.
_Como assim, Rick? Você vê pessoas mortas?
_Não, mamãe. Vejo pessoas matando umas as outras, pouco a pouco.
_Não estou entendendo.
_Mamãe, eu vejo poluição. Vejo lixo nas ruas. Vejo gente maltratando animais. Vejo gente roubando, enganando e magoando outras pessoas, mamãe. Vejo gente sentindo frio, fome e medo. Vejo gente suando, desperdiçando e rindo. Vejo gente pedindo ajuda e ninguém escutando. Gente implorando e gente ignorando. Vejo egoísmo, mamãe. Eu vejo gente morrendo.
_Mas meu filho, isso é normal! Você enxerga muito bem, Graças a Deus! Você me preocupou, nunca mais faça uma coisa dessas!E foi assim que o pequeno Ricardo aprendeu que a maldade e o egoísmo são normais. E você, o que anda ensinando à seus filhos?

sábado, 2 de maio de 2009


You’re a dreamer... And dreaming’s what you do

Sentia suas mãos suarem, não sabia o que estava fazendo e esquecera como se mover. Um turbilhão de pensamentos rodava em sua cabeça: era aquilo certo, devia se deixar levar tão facilmente? O que estaria fazendo a seu coração, abrindo mão dele assim, tão facilmente? O que estaria fazendo a seus sentimentos, deixando-os assim, tão indefesos? Onde fora parar sua máscara de frieza e indiferença? Certamente não era isso que sentia naquele momento. Não agora. O que estaria acontecendo a sua teoria de que não precisava de nenhum garoto para fazê-la feliz? Nunca precisara. O que estava acontecendo? Porque sentia seu corpo tremer e seus olhos se fecharem involuntariamente, talvez de pânico, talvez de submissão, talvez de felicidade? Por que ele tinha que colar suas mãos quentes e ásperas nas pequenas e delicadas da pobre garota, impossibilitando-a de recuar ou dizer “não”? Porque tudo nele a obrigava a admirar e cobiçar tê-lo na mais perigosa proximidade? Seu sorriso debochado, sua covinha na bochecha esquerda, seu cabelo liso, quase cinzento e bagunçado... Por que, por que, por quê? Por que o toque de seus lábios nos dela era tão frio e pesado, como se ele próprio estivesse lutando para suportar aquele momento? Por que ela conseguira forças para envolver sua nuca com os braços, puxando-o para si como se quisesse que aquele momento nunca acabasse...?
_Jenny, Jenny? Pare de sonhar e preste atenção, já fez os cálculos da página 128?

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009



~ hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua;
qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria...
em estar vivo.